31 dezembro 2013

Matéria Jornal do Centro

Nossos agradecimentos ao Jornal do Centro pelo respeito com que sempre trataram o Viva Gasômetro e, principalmente, pelo apoio que tem prestado a nossas lutas.

Que em 2014 o Jornal do Centro continue sendo esse importante veículo de divulgação dos acontecimentos do Centro da cidade.

Sucesso parceiros!

30 dezembro 2013

"Yoga na Praça" de 29 de dezembro de 2013



Mais uma vez nosso programa "Yoga na Praça" foi um sucesso. O principal motivo é que nos trouxe ainda mais paz e união entre vizinhos. Mas temos de comemorar, e muito, a vinda de novas amigas do outro lado da cidade, a Roberta e a Daiane(respectivamente na esquerda e ao centro na foto abaixo), que souberam de nossas lutas e atividades pelas redes sociais.


E assim nos despedimos de 2013, com simplicidade e limpeza no coração. Em 2014 daremos continuidade a nossas lutas em prol de uma cidade com mais verde, cultura e qualidade de vida para a população. É claro que a efetiva criação do "Corredor Parque Gasômetro" -conquista do Viva Gasômetro na Revisão do Plano Diretor de Porto Alegre- continuará sendo nossa principal luta.

E para todos vocês que nos acompanham o pensamento que tem nos regido todos os dias, de presente para vocês!


Felicidade e muito amor no coração para todos!


28 dezembro 2013

Domingo é dia de Yoga na Praça Júlio Mesquita!


Domingo 10h30min todos são nossos convidados para praticar Yoga na Praça Júlio Mesquita. Desta vez a instrutora que ministrará a aula será a Clotildes Deix. 

Abraços!
  


22 dezembro 2013

"Yoga na Praça" 22 de dezembro



As fotos acima mostram momentos da nossa aula de yoga e de nosso piquenique de hoje pela manhã. MUITO BOM!

21 dezembro 2013

Domingo 10h30min tem "Yoga na Praça"


Pessoal!

Aguardamos vocês domingo 10h30min na praça Júlio Mesquita. Desta vez a instrutora será a coordenadora do programa   "Yoga na Praça" Mercedes Bodê.

Após a aula de Yoga nosso já tradicional piquenique.

Venham!

20 dezembro 2013

Jornal do Comércio CÂMARA DE PORTO ALEGRE Notícia da edição impressa de 20/12/2013

Parque do Gasômetro será votado somente em 2014

A votação do Projeto de Lei Complementar (PLC) 20/2013, que institui* o Parque do Gasômetro, foi adiada pela Câmara Municipal de Porto Alegre, quinta-feira. A decisão aconteceu após integrantes de movimentos sociais contestarem o projeto e pedirem a realização de uma audiência pública para discutir o tema. A perspectiva é de que o diálogo com a população aconteça depois do Carnaval, no início de março.

O projeto prevê que o parque terá como limites as praças Brigadeiro Sampaio, Júlio Mesquita e a área que atualmente é de propriedade da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), entre a rua Washington Luiz e a avenida João Goulart, em frente à Câmara. A matéria chegou ao Legislativo dez meses após o corte das árvores do entorno da Usina do Gasômetro, que gerou uma tensão entre a prefeitura e os movimentos ambientais. O Parque do Gasômetro estava previsto na revisão do Plano Diretor sancionada em 2010, mas a legislação específica que deveria delimitar o local em 18 meses não havia chegado ao Legislativo.

Depois de o Ministério Público ingressar com uma ação e conseguir uma liminar impedindo o corte de oito árvores previstas para retirada da praça Júlio Mesquita, o Executivo começou a negociação com a Justiça e os movimentos sociais para delimitar a área. Mas a proposta apresentada não contemplou a todos.

A principal reivindicação dos manifestantes presentes na sessão é para que no projeto conste a previsão de rebaixamento na avenida João Goulart, próximo à praça Júlio Mesquita, interligando o Parque do Gasômetro à orla do Guaíba.

O pedido foi realizado pela vereadora Sofia Cavedon (PT), em uma das três emendas que o projeto recebeu, mas a orientação do governo municipal é de rejeitar a sugestão.

“O projeto que trata da acessibilidade do parque de forma subterrânea custa em torno de R$ 80 milhões, e o Executivo não tem estes recursos. Também existe a possibilidade de ter um parque arqueológico no local, além da questão do lençol freático. Não podemos correr o risco de aprovar algo impossível”, disse o líder do governo, Airto Ferronato (PSB).

As outras emendas também estão na pauta de reivindicação dos manifestantes e, da mesma forma, deverão ser rejeitadas pela base do governo. Uma delas é de autoria do vereador Professor Garcia (PMDB), que requer o impedimento do uso da praça Júlio Mesquita como estacionamento – ao contrário do que prevê o projeto de revitalização da Orla do Guaíba, realizado pelo arquiteto Jaime Lerner, após contratação da prefeitura. A outra proposta é de Sofia e pede a realização de concurso público para a revitalização da praça.

“O governo enxerga com simpatia as duas. Mas este projeto trata da delimitação, então por isso o indicativo de rejeição”, disse Ferronato. Para Sofia, o adiamento é a oportunidade de a população conhecer o projeto e discutir as propostas e emendas, acrescentando novas sugestões. “As emendas são centrais, todo o movimento ambientalista quer o rebaixamento, a integração das praças e o concurso. Nossa defesa é pela maior democracia”, disse a petista.

A única entidade que manifestou contrariedade com o adiamento foi o Viva Gasômetro. Para a presidente da associação, Jacqueline Sanchotene, o adiamento foi uma “derrota para a população mais pobre, que utiliza o parque”. “Ano que vem é eleitoral, tem Copa do Mundo, e isso vai se prolongar. Quem perdeu foi a população de mais baixa renda. Faz sete anos que estou nesta causa e a minha posição é de que deveríamos ter garantido o parque”, afirmou.
Fernanda Nascimento
*Obs.: 
O Corredor Parque Gasômetro, já está "instituido" consta do Plano Diretor da Cidade de Porto Alegre desde 22 de julho de 2010 quando sancionada a emenda apresentada pelo Vereador Comassetto em nosso nome o que estava sendo votado ontem era a delimitação do Parque. O "Corredor Parque Gasômetro" esta no artigo  154 inciso XXI do Plano Diretor.

19 dezembro 2013

ZERO HORA - GERAL - 19/12/2013 | 07h10min

NOVO ESPAÇO À VISTA
Parque do Gasômetro deve ser aprovado hoje em Porto Alegre

Na Câmara de Vereadores da Capital, discussão será sobre ligação do local com orla do Guaíba

Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS
Sem previsão de espaço para estacionamento de veículos, o projeto de criação do Parque do Gasômetro – antigo anseio dos moradores do centro de Porto Alegre – deve ser aprovado na tarde de hoje na Câmara de Vereadores. Os parlamentares chegaram a um consenso, e a discussão principal ficará em torno de uma emenda de Sofia Cavedon (PT), que propôs uma ligação do parque com a orla do Guaíba por meio de um rebaixamento da Avenida João Goulart.
Ao todo, serão 38 mil metros quadrados de área verde em um dos cartões postais da cidade. Agora, os políticos correm contra o tempo pensando na Copa do Mundo de 2014, já que o local é uma importante rota para o Estádio Beira-Rio.
– Eu convido qualquer cidadão a ir, nos finais de semana, naquele lugar e ver como as pessoas ficam sentadas, tranquilamente. Fazer um estacionamento ali é tirar uma área pública tradicional. Temos de terminar o quanto antes essa história para as próximas definições, pensando na Copa – afirma o vereador Professor Garcia (PMDB), autor da emenda contrária ao estacionamento.
O Projeto de Lei Complementar (PLC) 20/2013 estipula como limites do parque as praças Brigadeiro Sampaio e Júlio Mesquita e o espaço que atualmente é de propriedade da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), entre a Rua Washington Luiz e a Avenida João Goulart, em frente à Câmara.
Previsto desde a revisão do Plano Diretor da Capital, em 2009, o parque deveria ter sido concretizado por uma legislação específica. O Executivo, porém, não enviou a proposta para a Câmara, e a discussão acabou voltando com força em abril deste ano, quando foi anunciado o corte de dezenas de árvores para a duplicação da Avenida Beira-Rio. A área afetada era justamente o entorno da Usina do Gasômetro.Ganho de área é celebrado por idealizadores da obra.
Moradores e ecologistas, com apoio do Ministério Público (MP), conseguiram suspender a derrubada das oito árvores da Júlio Mesquita, que integram o projeto original. As demais foram arrancadas ao longo da Beira-Rio.
 -Por toda a comoção que houve na cidade, esperávamos uma audiência pública. Porém, fomos derrotados na reunião dos líderes (da Câmara) sobre isso. De qualquer forma, o trabalho apresentado dialoga com as reivindicações da população – ressalta Sofia Cavedon.
Após a definição dos limites do novo parque, serão necessárias duas desapropriações. Uma delas é a da área da CEEE, em processo de tombamento pelo Estado, por ter abrigado a Usina de Gás Carbonado, de 1874, e a outra é a de uma propriedade do Incra e da Escola Porto Alegre para recolher meninos de rua.

– A área total é bem maior do que prevíamos e concordamos com ela. É uma vitória – comemora Jacqueline Sanchotene, coordenadora do Movimento Viva Gasômetro.

Na última fase do projeto, está previsto um concurso público para a escolha dos projetos arquitetônico, urbanista e ambiental.